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My Chemical Romance (Nome retirado do livro “Ecstasy: Three Tales of Chemical Romance”) estourou anos atrás com o cd “Three Cheers for Sweet Revenge” (2004) e desde então não parou de fazer a cabeça dos jovens ao redor do mundo. I’m Not Okay (I Promise), Helena e The Ghost of You estão presentes nesse compacto que vendeu mais de 2 milhões de cópias e foi disco de platina.

A banda tem como característica o lado dark, estética escura e por letras que falam de morte, amor e problemas da conturbada vida dos artistas.

http://www.mychemicalromance.com/

O estilo de Thrice é agressivo, bateria bem marcada e fortes riffs de guitarra. Características primordiais para uma banda tomar um rumo contrário ao da sensibilidade de caridade e doação. Tudo para manter uma imagem de durão. Mas com o Thrice foi diferente.

A banda gravou seu primeiro Cd ,“Identity Crisis”, e parte dos honorários foi doada para uma instituição de caridade chamada “Crittenton Services for Children and Families”.
O primeiro passo foi dado, e a partir dai todos os próximos álbuns ajudaram não só o mundo da música a crescer mas também o mundo das ações sociais.

Depois de alguns anos em turnê, divulgando o compacto The Alchemy Index, os caras voltaram a se reunir. De volta pra casa, alugaram um estúdio propício para uma bela imersão em ensaios e criações que derivarão no próximo álbum da banda. Agora é só aguardar que a natureza tome seu curso e os caras voltem com uma turnê mundial.

http://www.thrice.net/

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Story of the year – Until the day I die

Peso, determinação e suavidade. O Story Of The Year é uma banda de peso nos estúdios e da pesada nos palcos. Muita energia, piruetas, saltos, e guitarras voando fazem o show dos caras marcar a vida de qualquer um que sonha em ter uma banda. O som é meio que new metal melódico, difícil de rotular.
As guitarras deitam e rolam nos riffs, solos e harmônicos. A bateria agressiva e trabalhada faz o peso. O baixo traz equilíbrio e a voz de Dan Marsala fica nos ouvidos, seja pelos muitos berros, ou pela melodia.

NOFX – Linoleum

Se você já conhece bem a banda, deve saber que são um dos últimos representantes do punk verdadeiramente underground. O Nofx é regado de atitude. Gravam seus cds por selos independentes, confrontam a sociedade com suas letras, odeiam entrevistas e tudo que pode populariza-los. Mas, mesmo assim são uma das maiores bandas de todos os tempos.

Em uma época em que Offspring e Bad Religion explodiam de sucesso, muitos esperavam que o Nofx fosse mudar sua linha musical para algo mais pop. A resposta veio em 92, de uma forma extremamente anti-comercial, com o single “Please Play This Song on the Radio”. Com esta música eles mostraram que não estavam nem aí em para as rádios comerciais.

New Found Glory – Dressed To Kill

Melodias, açucaradas e cheias do vigor teenager são parte da receita do sucesso de New Found Glory, que há mais de 10 anos já faz a alegria dos pré-adolescentes do mundo todo.

Seus discos são uma mistura. Algumas faixas se arriscam com passagens mais ‘emo’, agradando o pessoal mais tranquilo. E o outro lado da moeda é mais hardcore melódico. Com essas características, fica fácil atrair novos fãs apreciadores de música melódica, principalmente a molecada mais nova sedenta por velocidade e melodias açucaradas.

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Murs é um Rapper americano que faz um corre forte pra tocar sua vida de músico. Ele é parte dos grupos de hip hop Living Legends, Felt, and the 3 Melancholy Gypsys, que promovem a cena independente do rap nos Estados Unidos. Murs também pega junto no projeto da banda punk The Invincibles com Jacksonville.
Sua carreira começou em 1993 com muita correria, gravou de forma independente por muito tempo e hoje está com a grande gravadora Warner Bros.
Suas rimas soam diferente e seu estilo não é o típico gangster americano mau encarado. Vale a pena conferir o som do cara. Especialmente o hit “Transitions az a Rydah” que parou até na trilha sonora de Tony Hawk’s Underground.

http://www.myspace.com/murs
http://www.facebook.com/murs

Scary Kids Scaring Kids

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Por trás de toda banda, existe um grande produtor. Don Gilmore, que já trabalhou com os gigantes Linkin Park, Good Charlotte, e Dashboard Confessional, dá seu toque nos álbuns dos meninos que começaram sua carreira ainda na faculdade.
O Arizona é conhecido como um lugar formador de bandas boas, e é cheio de bons motivos. A banda que emplacou com a música My Darkest Hour, é um deles. Seu nome vem da música do Cap’n Jazz, chamada Scary Kids Scaring Kids, que você pode encontrar no album Analphabetapolothology.
Desde o lançamento do album na Immortal Records a banda fez tour com inumeras bandas, entre elas: The Red Jumpsuit Apparatus, Silverstein, Aiden, Mest, Funeral For a Friend e muito mais. O vocal diz que escreve letras para tocar as pessoas e provocar quem elas realemente são.
Links:
http://www.purevolume.com/scarykidsscaringkids
http://www.facebook.com/scarykidsscaringkids

Som pesado com bons gritos, confira o clipe:

Deftones – My Own Summer

Deftones nasceu de um acidente. Com 15 anos, o guitarrista Carpenter foi atropelado enquanto andava de skate, e grande parte da indenisação que o cara ganhou foi para comprar os instrumentos da banda. Infelizmente Carpenter acabou em uma cadeira de rodas por alguns meses, mas aí que começou sua paixão pela guitarra. Amigos desde criança, os integrantes tinham uma ligação muito forte com o skate e fizeram parte da cena do esporte por muito tempo. Deftones é um som perfeito para andar de skate ou praticar qualquer outro esporte radical. A banda se apresentou recentemente por aqui, no festival Maquinária.

Sugarcult – “Pretty Girl (The Way)”

Mais uma “American Rock Band” vinda da Califórnia, o lugar que mais formou bandas boas no mundo todo. Qual será o segredo dessa terra dona de tanto rock n roll style? O Sugarcult, depois de 10 anos tirou suas primeiras férias agora em 2009, após o lançamento do álbum “Hiatus” a banda resolveu dar um tempo para seus projetos pessoais, mas prometem voltar aos shows ainda esse ano.

Anberlin – The Feel Good Drag

Stephen Christian, o vocalista da banda, gostaria de viajar pela Europa e pensou um itinerário: “London, Paris, Rome and Berlin”, aí surgiu o nome da banda, “And Berlin”, que virou Anberlin. Considerados uma banda Cristã por causa de sua gravadora, que era conhecida por lançar muitos grupos deste estilo, o Gospel Rock de Anberlin já alcançou os top 20 da Billboard e é sucesso no mundo todo.

Incubus – Wish you were Here

A banda, que toca esse ano no Brasil, tem um forte nome no cenário do rock alternativo. No início de sua carreira entraram em turnê com 311 e Sugar Ray, tudo correu tão bem que turnê foi prolongada. Com o álbum Make Yourself (2000) chegaram a mais de 2 milhões de cópias vendidas no mundo todo e tiveram bilheteria esgotada na maior parte dos shows.

DUBYOUTH – Love to see You Dance

A dupla vinda de Jogja, Indonésia, faz uma mistura de outro mundo. De Reggae ao Dub, eles misturam old school jungle, hip-hop, ragga, house, e muita atitude em suas músicas. Em 2009 foram convidados pra tocar nas famosas noites da Europa e incendiaram as pistas com seu estilo único.

http://www.myspace.com/dubyouth

Head Automatica – Beating Heart Baby

Head Automática é liderada por Deryl Palumbo, vocalista da banda Glassjaw. Deryl criou esse projeto paralelo para exercer suas influências de Hip Hop, Pop Rock e Electro. Junte tudo isso com o vocal de responsa de Deryl e já dá pra sentir o clima da banda. O primeiro álbum foi lançado em 2004, Decadence, e eleito pela Billboard um dos top 200 do ano. A banda cresce cada vez mais e este ano lançaram seu mais novo álbum: Swan Damage.

http://www.myspace.com/headautomatica

All Time Low – Dear Maria, Count Me In

All Time Low é uma banda de Pop Punk que está na estrada desde 2003. O nome foi pego da música “Head on Collision” do New Found Glory—e por aí dá pra ter uma ideia do som dos caras. Já lançaram três álbuns de estúdio com a atual formação: The Party Scene, So Wrong, It’s Right e Nothing Personal.

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