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Clark Little está lançando seu livro com suas fotos sempre incríveis, intitulado “Shorebreak”.

Inovador e consagrado no trabalho fotográfico que desenvolve ao longo dos anos, o havaiano apresenta ao mundo seu fantástico portfólio de imagens em spots como Havaí, Japão, Taiti e Califórnia.

Confira a entrevista de Clark Little para o canal Hawaiian News Now (afiliada CBS & NBC), falando a respeito do lançamento do lançamento de seu trabalho.

Acesse o link e assista:www.hawaiinewsnow.com/story/clark-little

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Fotos: Reprodução/hawaiiannewsnow.com

 

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Neste episódio do Tournotes você será inserido no universo da fotografia aquática.

Clark Little “abre as portas” de seu escritório de trabalho e nos mostra um pouco de seu dia a dia.

Com toda certeza, esse é um trabalho com o qual muitos sonham, mas poucas possuem a habilidade, coragem e o olhar fotográfico de Clark Little.

Assista ao vídeo.

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Como todos os anos, a SURFER Magazine acaba de divulgar a lista com os concorrentes do 2013 SURFER Poll, que elege os melhores vídeos de surf do ano. A premiação conta, nesta edição, com uma grande quantidade de boas gravações e de sessions sensacionais. Entre elas, a “Done”, estrelada por John John Florence.

São diversas categorias concorrentes, e o resultado sai no dia 6 de dezembro, no evento que será transmitido ao vivo pela web, através do site da SURFER Magazine http://www.surfermag.com/.

Confere o trailer de “Done”, estrelado por John John Florence e um dos concorrentes da premiação:

Agora, dá uma olhada na lista completa dos concorrentes:

Melhor Tubo
Dave Wassel, Tahiti, from Tropically Yours
Josh Kerr, Kirra, from Kirra 13
Didier Tinhin, Tahiti, from Tropically Yours
Randall Paulson, Pipeline, from Forecast Barrels
Craig Anderson, Skeleton Bay, from Slow Dance
Jordy Smith, Mozambique, from Now Now
John Florence, Tahiti, from Done

Pior Caldo
Nakoa Decoite, Jaws, from Buttermilk Biscuits
Alain Riou, Teahupoo, from Tropically Yours
Peter Craig, Mullaghmore, Ireland, from Hallow Week
Tom Dosland, Jaws, from Buttermilk Biscuits 
Adam D’Esposito, Teahupoo, from Tropically Yours
Tereva David, Teahupoo, from Tropically Yours

Onda Pesada
Mark Healey
Kohl Christensen
Koa Rothman
Shane Dorian
Ian Walsh
Shawn Dollar
Greg Long
Carlos Burle
Grant “Twiggy” Baker
Garrett McNamara

Melhor Documentário
The North Canyon, directed by Gustavo Neves
Uncharted Waters, directed by Craig Griffin
Hawaiian: The Legend of Eddie Aikau, directed by Sam George
The Ductumentary, directed by Graham Nash and Reagan Richie

Melhor Curta
Now Now, directed by Jacob Wooden
Highline, directed by Ryan Perry
Abyss, directed by Jay Grant
Begin Again, directed by Blake Kueny
Ice Cream, directed by Joe G
Nti Sheeto, directed by Dion Agius

Melhor performance
Mick Fanning, Anything Sing
John Florence, Done
Craig Anderson, Slow Dance
Conner Coffin, High Line
Jordy Smith, Now Now
Shane Dorian, Anything Sing

Filme do ano
Tropically Yours, directed by David Malcolm
Uncharted Waters, directed by Craig Griffin
Done, directed by Blake Kueny
Slow Dance, directed by Dane Reynolds
Hawaii: The Legend of Eddie Aikau, directed by Sam George

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Da França para o mundo. A fotografia tornou-se um dos maiores meios para entrar nas ondas, mesmo longe da praia. Aproveitamos a data para conversar com Daniel Smorigo e, agora com Henrique Pinguim.

Pinguim está sempre nos mandando algumas fotos dos picos por onde passa e do interior do tubo. Confira o que ele nos contou.

Você sempre quis fotografar surf?

Sempre peguei onda de bodyboard e comecei a fotografar há pouco mais de três anos com uma câmera que prendia na prancha. Isso ajudou muito no meu posicionamento dentro d’água. Aos poucos, fui brincando de fotografar meus amigos e, quando chegava em casa, via que o resultado era mais do que eu esperava. Resolvi, então, estudar fotografia e comprar meu primeiro equipamento.

Sua família apoiou a sua escolha?

Minha mãe e minha tia sempre apoiaram minhas escolhas. Foram e são muito importantes na minha carreira. Foi minha tia quem me emprestou dinheiro para comprar minha primeira câmera. É bem legal ver o quanto elas vibram com as minhas conquistas.

Enfrentou muitas dificuldades para chegar até aqui?

Bem, como todos sabem, montar todo o equipamento não é nada fácil. É caro, e tudo é importado. Demorei mais de um ano até ter minha primeira caixa estanque, minha lente fisheye e minha câmera. No segundo dia de uso, lavando meu equipamento, deixei ele cair no chão. Não sabia o que fazer (risos). Lembro que tive que depender de amigos para levar a caixa estanque para a Califórnia, esperar o reparo e ter a sorte de alguém trazer para o Brasil. Resumindo, fiquei quase dois anos contando os dias pra por minha caixa na água.

Qual a sua trip mais irada?

Todas! Aprendo muito a cada viagem. Pessoas novas, culturas, amigos e, claro, profissionalmente, acabo elevando meu nível de fotografia. Há dois anos, fui a Barbados, no Caribe, com a equipe da Hurley Brasil. Essa trip foi muito legal. Claro que Hawaii, Indonésia e Fernando de Noronha também são sempre muito iradas.

E as fotos mais iradas e mais difíceis?

Todas as fotos têm dificuldades diferentes. Seja nadar em Pipeline, com 15 pés, ou ter cuidado com a luz e usar seu conhecimento para tirar proveito da situação. Mas a foto mais irada é aquela que te provoca mais emoção, como em um tubo largo com água clara e com os corais aparecendo. Gosto também de gerar aquela dúvida e espanto nas pessoas que olham a foto e me perguntam como a fiz.

Você tem alguma foto que você sonhe fazer?

Toda foto que faço já é um sonho realizado. Estar dentro d’água é a minha maior alegria. A foto dos meus sonhos será sempre a que está por vir.

Confira alguns dos seus cliques:

Hurley Dia Mundial da Fotografia Henrique Pinguim

Hurley Dia Mundial da Fotografia Henrique Pinguim

Hurley Dia Mundial da Fotografia Henrique Pinguim

Hurley Dia Mundial da Fotografia Henrique Pinguim

Hurley Dia Mundial da Fotografia Henrique Pinguim

Daniel Smorigo viaja o mundo atrás das ondas, vivendo experiências inesquecíveis, surfando e, o melhor, registrando tudo. Por conta de caras como ele é que temos acesso às mais incríveis imagens dos mais irados picos.

Aproveitamos, então, o Dia Mundial da Fotografia, para bater um papo com o fotógrafo, que nos contou sobre o início de tudo, a onda mais difícil de fotografar e seus spots favoritos.

Quando você começou na fotografia? Sempre quis fotografar surf?

Meu primeiro contato com a fotografia foi em uma agência publicitária, em 1994. Nessa época, trabalhei com fotos still em estúdio. Amante da natureza e praticante de surf, em 2000, consegui conciliar minha profissão com o que mais gosto de fazer. Como fotógrafo profissional, realizei diversas viagens nacionais e internacionais (Hawaii, Austrália, Indonésia, México, Califórnia, Peru, Chile, Nicarágua, Galápagos, África).

Como a sua família viu o fato de você querer trabalhar com fotografia?

Tive todo o incentivo da minha família, que sempre apoiou o meu trabalho. Claro que, a cada viagem, rola uma preocupação por ser uma nova aventura, mas ao longo dos anos eles foram se acostumando.

Até chegar onde você está hoje, com certeza rolaram muitas situações difíceis. Nos conte quais foram as barreiras que você enfrentou.

O início da fotografia é semelhante às primeiras ondas surfadas: passamos por diversas roubadas nas primeiras trips, como falta de equipamentos para diferentes condições, dificuldades de hospedagem, transporte etc, mas, com o passar do tempo, você vai adquirindo experiência e bagagem. Tudo acaba ficando mais fácil, mais estruturado, e você acaba fazendo amizades e ganhando o respeito dos fotógrafos locais.

Qual a sua trip mais irada?

Na minha opinião, a trip mais irada, tanto para um surfista como para um fotógrafo, é aquela em que você viaja para um lugar inusitado, sem crowd e com altas ondas. Como fotógrafo, acompanho as temporadas dos principais picos no cenário do surf (Hawaii, Indonésia), mas com certeza a trip mais irada que eu registrei foi para um lugar remoto, longe de tudo, um secret na West África, com altas ondas, água quente e apenas um atleta na água (Alejo Muniz). Além de render altas imagens, ainda consegui pegar boas ondas depois do trabalho (risos). No Brasil, gosto muito de ir para Fernando de Noronha, que é um dos melhores estúdios naturais do mundo, com altos tubos e água cristalina.

E a foto mais difícil, qual é?

Com certeza a mais difícil é no Hawaii, em Pipeline. São vários fatores que dificultam a captura da melhor foto, as ondas são sinistras e a bancada é muito rasa. Para piorar, o crowd de fotógrafos é absurdo, tanto dentro como fora da água.

Você tem alguma foto que você sonhe fazer?

Uma, não! Eu sonho em fazer várias fotos de ângulos diferentes. Estou sempre aprendendo e à procura do melhor clique. Agradeço a Deus pela oportunidade de trabalhar com o que gosto de fazer.

Confira algumas das incríveis fotos do Smorigo:

Hurley Dia da fotografia Daniel Smorigo Alejo Muniz

Hurley Dia da fotografia Daniel Smorigo

Hurley Dia da fotografia Daniel Smorigo

Hurley Dia da fotografia Daniel Smorigo

Hurley Dia da fotografia Daniel Smorigo

Hurley Dia da fotografia Daniel Smorigo

Hurley Dia da fotografia Daniel Smorigo

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